Ásia, Nepal
Deixar a vida perto da família e das pessoas amadas para falar de Deus e da fé libertadora em Jesus Cristo em um país distante pode ser inimaginável para alguns e até mesmo o projeto futuro de outros. Mas, em ambos os casos, devemos conhecer as pessoas que já estão trabalhando na linha de frente e que, mais do que qualquer outra coisa, precisam de nossas orações e atenção, mesmo que seja de longe. Afinal, a responsabilidade é de todos, como nos fala Atos 20.24:
“Todavia, não me importo, nem considero a minha vida de valor algum para mim mesmo, se tão somente puder terminar a corrida e completar o ministério que o Senhor Jesus me confiou, de testemunhar do evangelho da graça de Deus”.
Vanessa Vaz está no Nepal, bem pertinho da Cordilheira do Himalaia (entre a China e a Índia). Por meio da OM (Operação Mobilização) Brasil, ela trabalha em Katmandu, a capital do país, com outros missionários da equipe. Uma das atividades do grupo é o trabalho em uma favela onde estão os dalits (a casta mais baixa do hinduísmo). A beleza da natureza e do Himalaia naquela região (o Monte Everest está lá!) é incrível, mas deixa o país isolado economicamente. O Nepal é pequenino, curioso pela diversidade de sua cultura e religião e muito pobre já que a maior parte da população é agrícola ou vive do comércio.
Esse território encravado nas montanhas guarda milhares de templos e lugares sagrados. Há uma ‘deusa menina’ que vive em um palácio, imagens e templos de deuses milenares por todas as cidades e muito misticismo por entre os escondidos recantos das montanhas. A maior parte da população é hindu, a outra parte, principalmente os refugiados tibetanos que lá estão, budistas. Os cristãos são minoria e há poucos meses ganharam um pouco mais de liberdade no país. Mas as coisas se complicaram um pouco em abril de 2008, quando mudanças políticas e as eleições gerais esquentaram os conflitos entre os partidos que já brigam entre si há décadas. Ainda uma monarquia, o país passa por mudanças radicais para democratização e escolha de um presidente. No dia 10 de abril último a população foi às urnas (depois de dois adiamentos na data das eleições). Houve mortes, conflitos pelas ruas, corte de energia e telefone nos dias em que precederam a eleição. Não há propaganda política e quase nenhuma orientação sobre a importância do voto. Mas mesmo assim todos aguardam a apuração e, principalmente, qual será o destino político da nação. Maoístas e o partido do governo não querem perder o controle do país e, dependendo do resultado das eleições, prometem mais conflitos.
Apesar de rumores de mais violência, Vanessa Vaz e toda a equipe da OM continuam no país, os conflitos políticos não os afastaram do trabalho. Segundo ela, são nas fases mais difíceis que eles se sentem mais confortados e unidos, principalmente pela oração. Conhecer essas pessoas e o trabalho que desenvolvem é uma maneira de ver a fé cristã em ação. O próximo passo é transformar a nossa própria fé em ações reais, semelhantes às deles, nem que seja bem perto. Já que é de todos os cristãos a responsabilidade de trabalhar, seja na Ásia ou lado de fora dos portões de nossas casas, precisamos começar.
Deixar a vida perto da família e das pessoas amadas para falar de Deus e da fé libertadora em Jesus Cristo em um país distante pode ser inimaginável para alguns e até mesmo o projeto futuro de outros. Mas, em ambos os casos, devemos conhecer as pessoas que já estão trabalhando na linha de frente e que, mais do que qualquer outra coisa, precisam de nossas orações e atenção, mesmo que seja de longe. Afinal, a responsabilidade é de todos, como nos fala Atos 20.24:
“Todavia, não me importo, nem considero a minha vida de valor algum para mim mesmo, se tão somente puder terminar a corrida e completar o ministério que o Senhor Jesus me confiou, de testemunhar do evangelho da graça de Deus”.
Vanessa Vaz está no Nepal, bem pertinho da Cordilheira do Himalaia (entre a China e a Índia). Por meio da OM (Operação Mobilização) Brasil, ela trabalha em Katmandu, a capital do país, com outros missionários da equipe. Uma das atividades do grupo é o trabalho em uma favela onde estão os dalits (a casta mais baixa do hinduísmo). A beleza da natureza e do Himalaia naquela região (o Monte Everest está lá!) é incrível, mas deixa o país isolado economicamente. O Nepal é pequenino, curioso pela diversidade de sua cultura e religião e muito pobre já que a maior parte da população é agrícola ou vive do comércio.
Esse território encravado nas montanhas guarda milhares de templos e lugares sagrados. Há uma ‘deusa menina’ que vive em um palácio, imagens e templos de deuses milenares por todas as cidades e muito misticismo por entre os escondidos recantos das montanhas. A maior parte da população é hindu, a outra parte, principalmente os refugiados tibetanos que lá estão, budistas. Os cristãos são minoria e há poucos meses ganharam um pouco mais de liberdade no país. Mas as coisas se complicaram um pouco em abril de 2008, quando mudanças políticas e as eleições gerais esquentaram os conflitos entre os partidos que já brigam entre si há décadas. Ainda uma monarquia, o país passa por mudanças radicais para democratização e escolha de um presidente. No dia 10 de abril último a população foi às urnas (depois de dois adiamentos na data das eleições). Houve mortes, conflitos pelas ruas, corte de energia e telefone nos dias em que precederam a eleição. Não há propaganda política e quase nenhuma orientação sobre a importância do voto. Mas mesmo assim todos aguardam a apuração e, principalmente, qual será o destino político da nação. Maoístas e o partido do governo não querem perder o controle do país e, dependendo do resultado das eleições, prometem mais conflitos.
Apesar de rumores de mais violência, Vanessa Vaz e toda a equipe da OM continuam no país, os conflitos políticos não os afastaram do trabalho. Segundo ela, são nas fases mais difíceis que eles se sentem mais confortados e unidos, principalmente pela oração. Conhecer essas pessoas e o trabalho que desenvolvem é uma maneira de ver a fé cristã em ação. O próximo passo é transformar a nossa própria fé em ações reais, semelhantes às deles, nem que seja bem perto. Já que é de todos os cristãos a responsabilidade de trabalhar, seja na Ásia ou lado de fora dos portões de nossas casas, precisamos começar.
Karina Müller

Um comentário:
Parabens, una nota muito importante, para despertar a nossa responsabilidade missionaria. Com relacao à Vanessa, estemos clamando por ela, para que seja usada poderosamente para compartilhar o evangelho de Jesus la no Nepal.
Enquanto nós estamos tranquilos frente a nossa realidade, impabidos frente a nossas circunstancias, existem pessoas que fazem caso omiso a essas situacoes, para se dispor a servir.
Bendito Cristo e motivador dos nossos coracoes.
Alvaro Retes
Pastor da Iglesia Cristiana La Roca
Santiago - Chile
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